Mobilidade
A viagem começa muito antes de chegar à rede de massa
Brasilândia depende de ônibus para conectar morros e núcleos distantes a empregos, terminais e trilhos fora do território.
Vista Alegre, Jardim Damasceno, Vila Souza, Vila Terezinha e Brasilândia formam um território extenso e acidentado. A ausência de estação em operação dentro do recorte faz do ônibus alimentador uma etapa quase inevitável.
Subidas, ruas estreitas e congestionamento reduzem velocidade e regularidade justamente onde a população mais depende da rede. Uma linha próxima pode exigir integração e espera antes de iniciar a parte mais longa da viagem.
O custo principal aparece em tempo e previsibilidade. Testar apenas o mapa subestima lotação, intervalo, subida até o ponto e risco de perder uma conexão na volta.
Cantídio Sampaio, João Paulo I e Inajar de Souza funcionam como corredores de saída para uma população espalhada por Vista Alegre, Jardim Damasceno, Vila Souza, Vila Terezinha e Brasilândia. Em julho de 2026, a Linha 6 iniciou operação assistida até João Paulo I; o ganho é real para parte do território, mas a estação Brasilândia e a ligação integral com São Joaquim ainda não podem ser tratadas como rede concluída.